domingo, 20 de maio de 2012

Filosofia da Educação

Cursista: Tânia Lúcia Duarte Araújo

Filosofia da Educação

A Filosofia da Educação muitas vezes parece algo sem ter muita importância, mas que está presente em nossas vidas constantemente em qualquer decisão séria que tomamos, em qualquer estratégia que implantamos. Pois a filosofia é, norteadora de todo o processo educativo tanto na antiguidade como nos dias atuais. Não há como fugir à filosofia no campo da educação. Pode-se dizer que a filosofia da educação surgiu do forte vínculo entre a filosofia e a pedagogia estabelecido no decorrer dos anos, pois a filosofia, preocupada com as formas do conhecimento perfeito, orientou o homem segunda a razão, inferindo um pensamento pedagógico que busca a perfeição, em relação ao ser humano e seu desenvolvimento. A filosofia da educação, no seu acontecer histórico, esclareceu muitas dúvidas, contribuindo para transformações qualitativas na sociedade. A reflexão filosófica coloca questões para o homem a partir da sua raiz, da sua origem, quando o pensamento busca conhecer-se como pensamento.
A grande riqueza do pensamento humano, para cada problema que lhe é proposto, seja capaz de imaginar uma variedade de soluções, e todas elas contribuindo, de uma maneira ou de outra, para uma compreensão mais ampla e profunda dos problemas com que se depara o ser humano. Na visão de Platão a filosofia deve contribuir para o processo de esclarecimento da verdadeira sabedoria, superando assim as falsas crenças, procurando uma educação perfeita. A filosofia busca o conhecimento perfeito entre os homens.
http://chaves.com.br/TEXTSELF/PHILOS/filed77-2.htm

Filosofia da Educação (JARDIM, et al, 2011)

teoria de dois mundos

O homem está em contato permanente com dois tipos de realidade: A sensível que são imagens das ideias, o conhecimento inteligível é a própria ideia. O conhecimento sensível representa o falso saber, são as imagens refletidas, o conhecimento inteligível não é o saber definitivo, mas parte do domínio e da crença. É com o conhecimento inteligível que entramos no domínio do saber. Neste tipo de conhecimento Platão considera também dois níveis: o inferior e o superior. O grau inferior do conhecimento inteligível corresponde ao conhecimento discursivo, a hipóteses e formas matemáticas. O grau superior do conhecimento inteligível é a intuição intelectual, a qual tem por objeto os seres inteligíveis superiores, as ideias. Platão afirmava que o corpo era um túmulo que aprisiona a alma. Um obstáculo ao pensamento, acreditava também que para atingir a verdade e o bem, você deve se libertar da sedução dos sentidos. Foi em torno de que devemos nos guiar pelo pensamento e pela razão, que surgiu a filosofia. O que Platão nos deixou foi uma forma de avaliar o mundo que opõe o bem e o mal a partir de modelos fixos, de ideias, pois somos guiado por elas. Os filósofos procuram se valorizar o conhemento e as produções humanas como oriundos de dentro do próprio homem, ressaltando a sua Teoria Internalista do Conhecimento, ao contrário dos Extrernalistas, que alegam que o conhecimento é produto das relações do homem com o seu meio ambiente. Platão inicia sua discussão sobre a noção de idéia, como essência da coisa em si, independente do intelecto e de todas as outras coisas, o seu pensamento começa a tomar ares de algo próprio.
A “Idéia” para Platão não representa um simples conceito ou uma mera representação mental. Ela representa uma causa de natureza não-física, uma realidade inteligível, ou seja, representa aquilo que o pensamento mostra quando está livre do sensível, constituindo o chamado “verdadeiro ser”. Um outro termo usado por Platão para representar esta sua noção de Ideia é Paradigma

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Método Pedagogizador

Cursista: Tânia Lúcia Duarte Araújo

MÉTODO PEDAGOGIZADOR E A INTERSUBJETIVIDADE


O método pedagogizador  busca instruir, reproduzir um tipo de conhecimento que não é relevante para as necessidades do aluno.  A educação está a trabalho de uma sociedade totalmente mercadológica e tecnocrática. Neste caso o aluno é tratado simplesmente  como um objeto  que ainda deve ser  conhecido e treinado para atender as exigências do mercado, procuras pois suas experiências de vida e situações práticas não podem ser consideradas. Este método passou a ser um grande desafio, para superá-lo é preciso de uma pedagogia que busque principalmente as prioridades reais do aluno, dentro de uma política educacional plenamente adequada.
Observamos que nem todas as propostas educacionais feitas pelos governantes são eficientes, um ensino de  ensino de qualidade, se esbarra nas imposições de avaliações para medir o conhecimento que os alunos adquiriram ao longo do ano. É necessário mudar os discursos e propostas para ações que realmente comprometida com um aprendizado  de qualidade para os alunos.
A intersubjetividade vem a ser uma união entre todos que fazem parte do processo educacional aluno/professor/escola/família e comunidade, que busca discutir os rumos da sociedade. Pois, o nosso aluno é o sujeito que reflete os problemas que existe na nossa sociedade, participa, dialoga, e luta por seus interesses. A educação tem por objetivo a valorização social,  torna os indivíduos mais livres, capazes de avaliar seus atos através do conhecimento.


 Filosofia da Educação (JARDIM, et al,2011)

Teoria Maiêutica

    Cursista: Tânia Lúcia Duarte Araújo


Maiêutica significa “Dar a luz (Parto)” intelectual, levar ou induzir uma pessoa ao conhecimento, e também leva-lo a conclusão de que o seu conhecimento é limitado.  Mas Sócrates instigava as pessoas a pensarem, não aceitava qualquer resposta, sempre queria mais, pois acreditava que o conhecimento está presente nos indivíduos preste a se aflorar, precisando apenas criar condições para que ele venha aflorar, ideias complexas. Põe o homem na procura das verdades universais que são o caminho para a prática do bem e da virtude.
Todos tem um grande potencial, basta que os mesmos sejam estimulados para emergir, para a realidade. Mas na maioria dos estudantes de hoje  não que pensar e raciocinar para resolver os problemas de forma eficaz.

Unidades I e IV, Filosofia da Educação (JARDIM, et al, 2011)

sábado, 5 de maio de 2012

Filosofia Moderna:Racionalismo, Empirismo e Criticismo Kantiano

A definição do raciocínio é a corrente do racionalismo uma operação mental, lógica e discursiva. O racionalismo é a corrente central no pensamento liberal que se ocupa em procurar, estabelecer e propor caminhos para alcançar determinados fins. O racionalismo, fica à base do planejamento da organização econômica, nos princípios da busca da certeza e da demonstração, sustentado por um conhecimento a priori, e não vêm da experiência e são elaboradas pela ração, espacial da reprodução social. Descartes (1596-1650), Spinoza (1632-1677), e Leibniz (1646-1716) introduzem o racionalismo na filosofia moderna. O interesse coletivo elimina os conflitos de interesses existentes em uma sociedade. Toda doutrina da razão se apoia em dois pilares: a experiência que nkosé dada pelos sentidos é insuficiente para se poder atingir o conhecimento; o pensamento através da razão é capaz de atingir a verdade absoluta.

O empirismo  é a sabedoria adquirida por percepções; pela origem das ideias por onde se percebe as coisas, independente de seus objetivos e significados; pela relação de causa-efeito por onde fixamos na mente o que é percebido atribuindo à percepção causas e efeitos; pela autonomia do sujeito que afirma a variação da consciência de acordo com cada momento; pela concepção da razão que não vê diferença entre o espírito e extensão. Foi definida explicitamente pela primeira vez pelo filósofo inglês John Locke no século XVII. Todas as pessoas, ao nascer, o faze sem saber de absolutamente nada, sem impressão nenhuma, sem conhecimento algum. Todo o processo do conhecer, do saber e do agir é aprendido  pela experiência,  pela tentativa e erro.
O criticismo Kantiano renasce em meados do século XIX, como reação ao predomínio do movimento idealista, por um lado, como contraposição ao positivismo nascente. Este movimento recebe a denominação de neocriticismo, espalhando—e por toda a Europa, de modo predominante na França e Alemanha. Alguns d seus principais representantes.


http://www.algosobre.com.br/sociofilosofia/racionalismo.html
Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011)

filosofiadiaria: Filosofia Moderna

A filosofia moderna surge em contraposição a Filosofia Medieval, que era escolástica, tecnológica,  enquanto a Moderna é humanista e antropocêntrica, o homem passou a ter o seu ponto de vista, sendo o centro das atenções, ênfase na fé como experiência individual, valorizando o individualismo e o espírito crítico, em busca de explicação científica. Os primeiros pensamentos sobre o pensar livre, provocados pela rendição da razão à soberania da fé durante a chamada idade média. Os filósofos Sócrates, Platão e  Aristóteles antes deles os filósofos da modernidade chamaram para o âmbito da inteligência e capacidade humana a tarefa de pensar o mundo. A sabedoria não é mais visto como algo sagrada e mística além da compreensão do homem comum, através do pensar, do raciocinar o homem é capaz de traçar seu próprio destino e caminhar rumo ao conhecimento.
Algumas características da filosofia moderna:
Sistematicidade: Filosofia moderna principiou com uma fisionomia nitidamente  sistemática, destacando o método, e em que o mérito de Descartes foi notório. Com certeza a sistemática que caracterizou o novo tempo certamente nasceu do espírito crítico que a crescente liberdade de pensar gerou.
Conteúdo novo: para uns, estava em ser racionalista, para outros empirista. Uma divisão separou verticalmente a filosofia moderna, sobretudo em seu primeiro período, em dois fluxos ideológicos, a partir da fundamentação gnosiológica.
Acontecimento cronologicamente em tempo próprio: definido por situações externas peculiares, tanto no mesmo plano da filosofia, como em outros planos culturais, sociais, políticos, religiosos etc.

http://civilizacaoeambiente.blogspot.com.br/2009/08/caracteristicas-da-filosofia-moderna.html
Filosofia da Educação (JARIM, BORGES & FREITAS at al, 2011)